A luz para me guiar para casa
Ele ficou mesmerizado pelo cara no bar. Rindo e cantando junto com a música, rebolando e se movimentando no ritmo da música, agitando seu coqueteleira.
“Relaxa, não faça isso quando você quiser gozar. Relaxa, não faça isso, quando você quiser chupar faça, relaxa não faça isso, quando você quiser gozar..”
A garganta de Harry se sentiu constricta, preso no lugar.“Quando você quiser gozar…”
Ele voltou a si e se esgueirou pela multidão, sem tirar os olhos do cara, girando e jogando sua coqueteleira. Ele a jogou para uma garota atrás do balcão e se concentrou em seus movimentos, agarrando sua virilha, jogando a cabeça para trás, língua para fora.
Harry podia sentir seu pênis ficando duro em suas calças. Era a coisa mais erótica que ele já tinha visto. O cara estava parado no mesmo lugar, mas batendo os pés, braços erguidos, rebolando sugestivamente. Ele aproximou a cabeça da multidão e travou os olhos com Harry. Seu queixo caiu, boca aberta, pupilas dilatadas.
Ou aquele em que Harry e seus amigos foram a Vegas para uma festa pós-universidade, ele conhece um dono de bar chamado Louis que abala seu mundo. Pura luxúria toma conta dos dois, mas é mais, é muito mais do que isso..